Jornalismo, Música

Funk paulista extrapola Estado de origem e faz sucesso no Sul e no Nordeste

Um som brasileiro ecoava em um clube de música eletrônica de Pequim em maio passado. O ritmo era o já clássico funk. E, como dizem os DJs, funcionava: na pista, muita gente dançava, mesmo sem parecer entender o que escutava.

“Pega no Phone” foi executada pelo DJ chinês Puzzy Stack. A faixa é do produtor português KKING KKONG. Ela foi composta com vozes dos funkeiros MC Lan, de São Paulo, e MC Johnny Oliver, do Rio.

O gênero, produto de exportação, tem feito viagens interiores. Após quase três décadas de criação e desenvolvimento no Rio, o funk se consolidou em São Paulo nos últimos anos e então ganhou o país e o mundo.

Essa é a segunda turnê —nos idos de 2000, o pancadão chegou à baixada santista e DJs como Marlboro e Sany Pitbull levaram o som para os gringos, e o funk é revisitado por artistas brasileiros e internacionais como Yuri Martins, DJ LK, DJ Polyvox e DJ Meury.

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Cultura, Vídeo

Estudantes brasileiros na França

Participei na produção e direção de uma série documental para a Campus France Brasil sobre estudantes brasileiros na França.

This is one of the videos I co-produced and directed as a documentary web serie for Campus France Bra`il about brazillian students in France.
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English

A Blend of Ether and Chloroform Is Fueling a Silent Drug Epidemic in Brazil

While I say some words about the history of Brazilian funk, Douglas Celestino dos Santos keeps saying, “Yeah, I remember that.”

The producer lives in Cidade Tiradentes, in São Paulo’s far east side. He knows everything that happens in his hood. He was there when MC Dedê blew up on Orkut with 10 different profiles; when the “fluxos,” the funk bloc parties, took over the brick-walled alleys; and more recently, when loló, Brazilian slang for an ether-based aerosol drug, started to take over the minds and lives of Cidade Tiradentes’ youth.

Such was the case with his brother, Mahal Farouq, who died in December 2013 from abusing the drug.

“The doctors said it was cardiac arrest, but they also said it was because of loló. The death certificate listed the cause of death as cardiac arrest,” said Douglas, who’s aware of at least five other similar cases. But whether it’s because they’re underreported or simply unknown, the deaths caused by lança-perfume (another common name for the drug) don’t show up in surveys or studies, and haven’t caught much interest from the authorities. One of the few studies regarding the use of the lança-perfume calls it a silent epidemic.

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