A polícia serve a quem?

“O meu direito é de ir e vir. O meu direito é me expressar como quero.
Quem determina o lugar é você? Não, não é você que determina. Você me serve. Você me serve como policial. Você é pago para servir a todos aqui a seu redor.
[…] Não queira me levar numa salinha onde você tem o abuso de autoridade sobre mim, onde as pessoas não têm o olhar sobre aquilo que você realmente gostaria de fazer.
[…] Isso é uma atitude de fascista.”

Uma pena que o policial mal deve saber o que é uma atitude fascista.
Tem gente acima dele que sabe.

E eu quero saber: se é assim na Paulista, onde o dinheiro, as pessoas bem-vestidas, as câmeras e a linha verde chegam, que será da arte fora do centro e, além, na periferia?

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