Falta peso a Elliphant

Vira e mexe, a Elliphant dá as caras aqui no blog. A proposta da moça é boa: fazer o caminho inverso da música jamaicana saindo da Suécia (exposta às tradições da ilha por causa da rede), filtrando os graves no deturpado eletrônico britânico e revisitando, finalmente, a origem do mestre de cerimônias — com seu curioso vocal próximo ao patois.

Mas o que, no estúdio, não soa como butique de produção, ao vivo parece fraquinho.
Quem sabe é culpa da gravação…

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