O “eletro-judeu” do Mazal

Da Wikipédia:

Porém, a batalha mais conhecida de Poitiers foi em 732, quando Charles Martel (possuía esse estranho apelido por causa de sua ferocidade no combate: ele literalmente martelava a cabeça de seus oponentes) expulsou os sarracenos (mouros), banindo-os definitivamente do território francês.

A julgar pelo Mazal, foram-se os mouros e vieram os judeus. Vindos de Poitiers, o duo faz um eletro mais chapação, denominado por eles como “canções sefarditas com um toque dance”. O som tem um pé além do Hava Nagila e várias mãos em sintetizadores, pads e até um megafone. Sobre o palco, quem controla o mega e o microfone é Emmanuelle Rouvray, enquanto a aparelhagem é de Thomas Baudriller.

A mistura é estranha, mas funciona na pista certa. As batidas boas estão aí, seja qual for a piração por cima.

O primeiro disco, “Axerico en Selanik”, foi lançado sob o selo novaiorquino Tzadik, habitué a sonoridades mais incomuns. Dá pra escutar cinco músicas no Soundcloud.

Para você que gosta de: Matisyahu

Onde você poderia ouvir: num Bar Mitzvah rave

Para quem acha que: o ZZTop é judeu

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