O Moog no Google e no documentário

Hoje o Google homenageia o engenheiro e músico Roberto Moog, o inventor do sintetizador de mesmo nome — lê-se MÓG.

A importância do seu invento para a música, principalmente a pop, pode ser medida na postura de duas bandas não menos importantes.

De um lado, o experimentalismo do Kraftwerk, abordando o meio como mensagem e, até hoje, explorando possibilidades que surgiram nos primeiros aparelhos sintetizadores, caso do Moog e do Roland.

De outro, o Depeche Mode, que certa vez afirmou em entrevista que os principais motivos do sintetizador na banda eram a facilidade e a portabilidade da máquina . Essa fala está no livro The Evolution of Electronic Music.

(Um parênteses: questões de manuseio influenciam movimentos culturais mais do que imagina-se — e talvez até tirem o glamour de algumas histórias. A opção do violão pela Bossa Nova, por exemplo, está intimamente ligada à facilidade e valor do instrumento ante ao caro trambolho que era o piano de cauda.)

No meio desses dois motivos, busca pelo novo e busca pelo fácil, um meio que muito cresceu e não deve parar de aumentar. De Afrika Bambaataa a James Blake, de Herbie Hancock a SBTRKT.

Mais que isso tem no documentário do próprio Moog, inteirinho no Youtube. Guarda nos favoritos.

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