Olha o ECAD aqui

Eu não sei como essa história do ECAD ainda não chegou em outros cantos.

Não é superestimar a importância do Brasil, não. Os Estados Unidos sabem que a coisa por aqui é outra e já chiaram por causa disso. Serviços de streaming e vendas de música que tentam se embrenhar no país têm de repensar estratégias baseados num mercado em que pirataria se faz, com muita força, na rua (além de outras questões, como velocidade de banda e qualidade de áudio). As diretrizes do MinC já foram avançadas nas questões Creative Commons — foram, porque o cartão de visita da atual gestão foi quebrar o que tinha sido feito até então.

São vários os países que discutem, agora, direito autoral, captação de recursos, domínio público e privado, streaming, cópias, compartilhamento, pirataria, SOPA, PIPA. GRANA.

O Ronaldo Lemos bem que tentou, levantando o mais curioso dessa história: enquanto lá fora o pirata é acusado, aqui quem deveria recolher fundos virou réu. Por justa causa. Ainda assim, nenhum eco na imprensa gringa, por enquanto.

Seria bom algo do tipo. A discussão é importante. Uma lufada internacional poderia tirar alguns ciscos por aí.

Ao menos tem uma CPI encaminhada. #vamosacompanhar

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[ssba]

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