Panama, Austrália

Da Austrália vêm os caras do Panama. Texturas sintéticas, marcações mecânicas e vocais new wave são confrontados a linhas de baixo acertadas e percussão mezzo-mezzo eletrônica e orgânica. Essa tem raíz na terra de origem, o Outback, e aquela, assim como todo o tom maquinal da banda, vem de influência de bandas e produtores. Dos mais relevantes, Klaxons e Erick Bouder, filho da DFA Records, a casa do Rapture e do LCD Soundsystem.

Seria essa levada radiante um pós-Disco Punk? Especulação.

No mais, tem que esperar. Por enquanto são apenas duas músicas na rede, as duas com clipe à moda hipster. “Magic” está na beira do psicodélico e “It’s not over” te cara de lomografia. O primeiro som saiu em EP pelo selo de nome prepotente, o Future Classic.

Para você que gosta de: Yacth, VHS or Beta, Kisses, Cut Copy.

Onde você poderia ouvir: na recepção de um hostel em Melbourne.

Para quem acha que: Panamá era na América Central.

A música: o remix chillwave, pra acalmar os ouvidos.

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[ssba]

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